em Maternidade
03 maio, 2018

MEU RELATO DE PARTO

Sempre acreditei no poder da natureza, no sagrado do feminino, na nossa potência. Não tive dúvidas, após saber que estava grávida, de qual seria a forma que eu gostaria que meu filho viesse ao mundo. Foram 9 meses de um mergulho profundo nessas questões. Eu sabia que essa experiência me transformaria por completo e estava sedenta por viver toda essa transformação da forma mais intensa que pudesse. Não tinha medo, tinha desejo. Desejo de viver, de sentir por inteiro cada uma das dores e das transformações que todo esse processo traria.

Me entreguei por inteiro, permiti que meu corpo se fizesse morada, me conectei dia após dia com a força que é gerar uma vida dentro de si. Me conectei com meu bebê. Nós conversamos, meditamos, dançamos… ele no balanço leve do líquido amniótico e eu no movimento punk que é renascer para tornar-me mãe. Desde essa época que somos um só, falamos a “mesma língua”, existimos num uníssono ímpar e potente.

Eu acredito no tempo das coisas, nos ciclos… e acreditei mais ainda nisso com ele em meu ventre. Respeitei o tempo dele. Hoje em dia, vejo que esse tempo também era o meu. Foi o tempo de 41 semanas exatas no momento em que ele veio ao mundo. 40 semanas e 6 dias quando ele anunciou que viria.

Os primeiros passos da nossa dança aconteceram num sábado nublado, às 6:30 da manhã, dia 30 de setembro de 2017. Acordei com uma dor que se repetiu depois de 4 minutos… e depois de mais 3 minutos e meio, e assim seguiu. Mal podia acreditar que era meu corpo e meu bebê anunciando que estávamos prestes a nos conhecer. E era, realmente era. Avisamos nossa equipe e tomamos um gostoso, feliz e demorado café na cama. Lembro de ter começado o dia meditando, repetindo aquele “mantra” (uma meditação guiada pela voz do amor da minha vida, que foi das ferramentas mais fortes durante meu preparo, na maior parte da gestação). Meditei para me conectar ainda mais com meu bebê e com as contrações poderosas que tomavam conta de mim. Preparamos a casa, preparamos o ninho para a festa que estava por começar.

Digo festa porque, para mim, o nascimento do meu filho sempre foi motivo de comemoração. Flores, balões, velas, música, recados escritos em pedaços de papel, para eu ler durante o trabalho de parto… tatame, piscina, tecido, bola de pilates, todo o arsenal que eu percebi, durante a gestação, que faria sentido estar comigo naquele momento.

O sol foi caindo e seguíamos, eu e meu marido, na nossa cumplicidade mágica. Entre risos e pausas pra deixar vir a dor. Ele, o melhor parceiro que eu poderia pedir aos céus, esteve ao meu lado em todos os momentos da forma mais linda, companheira e presente. Criou comigo uma atmosfera que era só amor.

Às nove horas da noite chegou a primeira pessoa que se juntaria ao nosso time. Nossa doula. As contrações já eram muito doloridas e sempre, desde o início, frequentes. Bola de pilates, massagem na lombar, óleos essenciais. A dor era sempre vocalizada, como um mantra, e me lembrava da força que existia dentro de mim. Meditação, abraços, chuveiro, tatame, rebozo. À medida que a dor ia aumentando, eu ia mergulhando mais e mais no nosso infinito particular. Ali era eu e meu bebê, visitados gentilmente pelo papai. Ao abrir os olhos e sair, por alguns instantes, do nosso mundinho, vi que nossa equipe já estava quase completa. Todos prontos para trazer nosso menino, de forma segura, ao mundo.

Mergulhada na piscina que montamos em meio à sala da nossa casa, percebi que já amanhecia. Já havia se completado quase 24 horas de contrações que iam e vinham, mais vinham do que iam. A dor nesse momento já possuía meu corpo de uma forma inexplicável, mas na mesma intensidade que ela vinha, minha concentração aumentava. Mas eu estava certa do que queria. Eu havia me preparado durante os nove meses para aquele momento. Eu e meu bebê estávamos bem. Naquele instante eu só precisava me conectar com todas as minhas forças internas, me preparar para a fase expulsiva que estava começando.

Nossa maratona estava, por fim, entrando na fase final. Eu estava acompanhada por uma equipe maravilhosa que, em meio aos exames pra checar se tudo corria bem, era só sorrisos. Eram, realmente, momentos de celebração. Me sentia exausta, porém num estado de nirvana inexplicável. Meu sonho de dar à luz ao meu filho em nossa casa estava se realizando de uma forma linda e intensa, como eu jamais pude imaginar.

A fase expulsiva de um trabalho de parto é o momento em que nosso poder feminino se eleva ao máximo, e eu me permiti ser inundada por aquela força. As contrações eram muito, muito, muito intensas, e eu só pensava que, a cada uma delas, nosso bebê estava um pouquinho mais perto de nós. Assim seguiram-se mais 7 horas. As três horas mais intensas de dor do meu trabalho de parto foram lavadas pela água morna que caía do chuveiro. Sentada em uma bola de pilates, eu deixava a água acariciar minha lombar enquanto, em silêncio, exercitava a respiração mais concentrada que já fiz em minha vida. O silêncio, e eu já imaginava isso, foi um santo remédio naquele momento. Eu escolhi passar por esse momento sem absolutamente nada de anestesia ou analgesia porque queria o viver por inteiro, sentia que era capaz e porque todas as minhas escolhas, desde o início, sempre foram pautadas pelo zelo máximo ao meu bebê.

Eu sempre ponderei muito sobre meu parto, sobre como eu gostaria que meu filho chegasse ao mundo e minha maior vontade sempre foi a de me permitir escutar totalmente meu corpo. Assim foi. As últimas contrações foram sentidas em um banquinho, um aparato próprio para partos naturais. E assim, sentada, com meu marido abraçado em minhas costas, pude viver o momento mais inexplicável da minha vida. Entendi o significado do tal círculo de fogo assim que meu bebê coroou. Como dói, queima. E em mais uma contração ele estava em meus, em nossos braços. Eu, completamente exaurida, porém tomada pela melhor sensação desse universo, não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Ele nasceu em nosso quarto, em frente à nossa cama, depois de 33 vigorosas horas… e foi para nossa cama que “escorregamos” com o Otto em nossos braços. Permanecemos assim por muito tempo, ele aninhado em meu peito, e o papai, que também acabara de renascer, nos abraçando. Nossa família, forte, unida, exalando amor. E eu inundada por ocitocina. Demoramos quase uma hora para que, então, o papai cortasse o cordão umbilical, mas o cordão que nos uniu (mais ainda) naqueles dois dias jamais será cortado. Eu mal consegui chorar, mas meu peito fervilhava. Já naquele momento entendi perfeitamente que uma nova versão de mim nascera, muito mais forte, confiante e plena. É inacreditável o tamanho da força que brota depois de uma “prova”dessas. Eu serei eternamente grata a mim mesma por ter encarado tudo com tanta vontade e entrega, ao meu marido, por ter elevado a minha força a todo instante, à minha equipe maravilhosa, extremamente competente e sorridente, às nossas famílias, por terem respeitado e acolhido nossas escolhas, e ao meu filho, por ter entrado nessa dança com a coreografia totalmente coordenada à minha. E assim seguiremos. Eternamente.

Fotos: Lela Beltrão

 

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES:

– Você tem o direito de escolher a forma de parto que deseja. Veja bem, ESCOLHER. Não ser induzida. E para poder escolher de forma consciente você precisa estar munida de informação de qualidade.

– Informe-se. Questione. Use outras fontes de informação além das que seu médico obstetra fornece. Desconfie. Inclusive do seu médico. Existem médicos e médicos, e nem sempre eles são claros sobre suas intenções e habilidades. Não acredite no primeiro que sair ditando regras.

– Você é muito mais forte do que imagina, e seu corpo SABE PARIR. Não importa se você é alta, baixa, magra, gorda… Se seu corpo gerou o seu bebê dentro de você é porque ele está preparado pra dar à luz. São poucas as situações em que isso não será possível, e uma equipe bem preparada saberá como direcionar a situação com segurança.

– Você pode ter um parto humanizado em hospital, um que te respeite e respeite suas vontades. Sabemos que essa não é uma escolha possível em vários locais e em várias situações, mas procure grupos de apoio ao parto para maiores informações.

– Converse muito com seu parceiro, divida o conhecimento que você vai adquirindo durante a gestação e o convide a participar desse momento com você. O papel da mãe é proteger o seu bebê e o papel do pai é proteger a mãe e o bebê. Uma vez isso entendido, a sua segurança no momento do parto será muito maior.

– Aproprie-se do seu parto, ele diz respeito, antes de mais nada, a você e ao seu bebê.

– Episiotomia não é necessária, a não ser em situações raríssimas.

– Acredite nos benefícios de uma doula durante a sua gestação e seu trabalho de parto.

– Escreva um plano de parto. Ele te ajudará, inclusive, a pensar em tudo que envolve o trabalho de parto e o nascimento do seu bebê.

– Escute seu corpo, conecte-se com você mesma. Você saberá em que posição ficar, como agir, para onde ir.

– Não é necessário exame de toque super frequente durante o trabalho de parto, a não ser que seja da sua vontade.

– O Vernix, a camada branquinha de gordura que envolve a pele do bebê, não precisa ser removido quando ele nasce, muito pelo contrário. Ele funciona como barreira protetora para a pele do bebê. Otto tomou banho a primeira vez depois de 5 dias do parto. O Vernix, naturalmente, foi sendo absorvido pela pele e ele foi ficando limpinho.

– Você pode escolher pingar o colírio no olho do bebê ou não… assim como vários dos outros procedimentos protocolares.

– Confie na amamentação. O começo é realmente difícil, mas, principalmente se você entrar em trabalho de parto, você produzirá leite. Leite suficiente para a demanda do seu bebê. Confie. E se precisar e tiver condições, chame uma consultora de amamentação. Os bancos de leite dos hospitais públicos também oferecem consultoria gratuita de amamentação.

– O principal conselho que eu posso te dar, caso o seu desejo seja partir pra uma forma de parto mais natural é: prepare a sua mente. Nossa mente é poderosa. Eu estava psicologicamente (e mentalmente) muito forte e tenho certeza abbsoluta que isso foi decisivo.

– A pergunta que eu mais escuto, quando toco nesse assunto é “Dói muito?”… e a minha resposta é: DÓI! É das dores mais intensas desse mundo, imagino eu, mas é diferente de qualquer dor que você possa vir a sentir. Diferente porque é o caminho pra ter em seus braços o maior amor da sua vida. É dor com a melhor de todas as recompensas, sabe?

Sobre partos domiciliares:

– O parto domiciliar só acontece se, após inúmeras avaliações, for atestado que tudo está perfeito com você e seu bebê. Se for necessário qualquer intervenção, a equipe é preparada para uma transferência e o resto do seu parto acontecerá no hospital. Tenha um plano B bem-definido.

– Pesquise bem e procure uma equipe (obstetrizes, doulas, médico, pediatra neonatal etc.) na qual você confie profundamente. Isso é essencial para o seu relaxamento.

– Em partos domiciliares não é permitida a aplicação de anestesia. Isso deve ser feito em ambiente hospitalar. Porém, podemos usar vários métodos não farmacológicos para alívio da dor, como eu mesma usei. Meditação (eu pratiquei o Hypnobirthing), massagens, imersão na água, óleos essenciais…

 

Confie na sua equipe, mas confie ainda mais em você.

 

 *Quero lembrar que esse se trata de um relato de parto extremamente pessoal. Não estou ditando regras. Sou partidária do respeito a mulher, da informação de qualidade, da verdade, da responsabilidade com a saúde da mulher e do bebê. Assim teremos finais realmente felizes, seja a história como for.

 

Com muito amor, Mônica.

 

 

 

Fotos: Lela Beltrão

Vídeo: Bia Takata

Obstetrizes/Parteiras: Ana Cris Duarte e Letícia Ventura

Doula: Lúcia Desideri

Pediatra Neo Natal: Dra Renata Carolina Garcia Lamano

Acompanhamento Pré Natal: Dra. Andréa Campos (não acompanha parto domiciliar)

 

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74 Comentários

  • Responder Gi Soares 03 maio, 2018 at 13:00

    Mônica,
    Estou em lágrimas, imaginando cada detalhe que você contou, é possível visualizar e sentir de maneira doce.
    Toda essa essência que você sempre passa contagia.
    Que você continue forte e plena, que essa família linda que tu tem siga leve e feliz.
    E que você continue contagiando de emoção e inspiração com suas belas palavras e imagens incríveis!
    Estou cheia de amor! obrigada por compartilhar!!!
    🙂

  • Responder Vanessa Freire 03 maio, 2018 at 13:03

    Comentei no instagram e comento aqui novamente. Que lindo o seu relato, amei real oficial. De uma sensibilidade sem tamanho o que casou totalmente com as fotos. Acho incrível esse impacto que é gerar e parir alguém, a natureza é muito sábia. Uma pena que a indústria tenha meio que destruído isso e traumatizado a experiência de muitas mulheres. Informação é tudo e extremamente importante diante de tudo isso.
    Não tenho filhos – e até o momento nem pretendo – mas amo esse empoderamento. Que o seu relato alcance muuuuuuuitas mulheres que estão em busca exatamente disso, do respeito e da sensibilidade.

    Só um adendo, a combinação de letra + cor da fonte dificultou um pouquinho na leitura. Não sei se tem algo a ver com a configuração da minha tela mas enfim, só uma observação rs.

    Muita saúde pro Otto porque amor eu sei que ele tem transbordando <3

  • Responder Camila Sarno 03 maio, 2018 at 13:36

    Me emocionei demais lendo seu relato. Imaginando como é passar por esse momento.
    Muito obrigada por compartilhar com a gente esse momento único, de tanto amor e nos inspirar. Ainda não sou mãe, mas
    acredito no parto natural. E esses relatos, fotos são me dão mais vontade de que quando for minha hora seja assim.
    Obrigada, obrigada e obrigada.
    Muito mais amor pra vocês, luz e paz ao seu coração.

  • Responder Tania Bortolato 03 maio, 2018 at 13:42

    Impossível não se emocionar com o seu relato. É como se passasse um filme na cabeça da gente, me arrepiei por vários momentos.
    Parabéns pela força e coragem! Obrigada por dividir a sua experiência!
    Muito amor, proteção e felicidade pra vocês 3!
    Grande beijo.

  • Responder Paula Borges 03 maio, 2018 at 14:03

    Emociona e toca muito, que coisa linda família! Acreditava e acredito cada dia mais em parto humanizado, somos todas capazes sim. Tendo esse presente em forma de relato e registro fotográfico, tenho tbm ainda mais vontade de fazer o mesmo, assim que eu tiver essa experiência. Obrigada, muito obrigada por compartilhar esses momentos Monica!
    Luz e amor pra família, sempre! Com amor, Paula.

  • Responder Natalya 03 maio, 2018 at 14:28

    Emocionante! Li com o coração vibrando do começo ao fim e sentindo, através de suas palavras, todo o amor desse momento. Que família linda! Parabéns S2

    Obrigada por nos presentear com esse relato.

  • Responder Juliana 03 maio, 2018 at 14:29

    UAL! estou sem palavras, chorei lendo seu relato, como nós mulheres somos capazes de tudo isso?? Me pergunto isso todos os dias. Fiquei emocionada!!!
    Que Deus abençoe demais a sua família!

  • Responder KARINA FONSECA GUSMÃO 03 maio, 2018 at 14:36

    Monica, que relato mais lindo e emocionante… estou em lagrimas.

    Obrigada por compartilhar, muito amor para vocês.

    Karina

  • Responder Tatiane 03 maio, 2018 at 14:38

    Que relato emocionante, tive dois partos, ambos Cesária. Sonhei com um parto assim, não consegui realizar nos meus, por ter hipertensão e outras complicacoes. Vocês estao de parabens!!!!

  • Responder Luzia Sento Se 03 maio, 2018 at 14:46

    Que relato lindo. Meu coração sentiu cada passo, cada emoção com você.
    Entre dores e amores, o segundo venceu. <3

  • Responder Raquel Azevedo de Oliveira 03 maio, 2018 at 14:53

    Uauuu!!! Que relato maravilhoso!!! Chorei de emoção lembrando do meu… é a experiência mais incrível que podemos viver como mulher!!! Vale cada minuto de dor!!! E de fato nos transforma!!! Parabéns por colocar em palavras algo quase inexplicável!! Sua família é linda demais!!! Deus abençoe muito vocês!!!

  • Responder Kátia Dias 03 maio, 2018 at 14:57

    Extremamente lindo seu relato. Vc conseguiu me transmitir a paz que reinava nesse momento sobre vocês. Obrigada por compartilhar. O seu parto foi o que sonhei pra mim e minha filha. Mais foi muito muito diferente. O meu foi invasivo e o pré-parto foi desrespeitoso e sofrido. Mais o que importa no final de tudo é ter nossos filhos em nossos braços. Muita luz pra você e seus amores.

  • Responder Grace Andrade 03 maio, 2018 at 15:09

    Mônica não saberia dizer a emoção que senti lendo seu relato…
    Vc me fez sentir a mulher mais forte e capaz do mundo!
    Estou na 19 semana, Caetano chega no finalzinho de Setembro (como o Otto) e vc foi peça fundamental para uma decisão de parto domiciliar (como te disse a alguns dias atrás quando nos encontramos em uma feira).
    Continuo buscando informações e quero estar me sentindo calma para estar psicologicamente forte e conseguir ter uma história linda de amor como o seu relato de parto.
    Obrigada, obrigada e obrigada por saber o alcance que sua voz tem e poder inspirar tantas mulheres a buscar a verdade sobre ser mulher e informação para saber diferenciar verdades de mitos sobre o parto.
    Toda luz do universo para vc e sua familia linda!

  • Responder Andressa Dalmazo 03 maio, 2018 at 15:09

    Mônica, você me encorajou a tentar o parto normal, e foi a melhor decisão da minha vida! Meu Pedro nasceu dia 14-04 no hospital após 9 horas de trabalho de parto, sem anestesia, sem episio….e foi a experiência mais intensa e gratificante das nossas vidas! O parto normal permite a participação do papai de forma indiscritível! A parceria e força são tão intensas que sinto como se o papai tivesse parido comigo, choramos juntos quando nosso menino nasceu! E nunca me esquecerei da frase do papai quando nosso menino chegou: “ Conseguimos! “
    Sim…ele realmente se sentiu parte de tudo isso! Essa conexão sem tamanho que só aumenta!

    Obrigada por emanar tanto Amor! Muita saúde e luz pra toda sua família!

  • Responder Mari de Fortaleza 03 maio, 2018 at 15:18

    Mô, primeiramente, AMO VOCÊS 3 demais. Você sabe..
    Eu estou tão agradecida pela sua generosidade em abrir seu íntimo e postar isso pra gente. Como sempre muito humilde. Tenha certeza que esse relato vai rodar por todos os grupos de mulheres/parto e você vai ajudar a tantas vida e futuras vidinhas que estão por vir.
    Quando eu penso que vc ja superou todas as minhas expectativas ai leio esse relato e me faz ter a certeza de como você cada vez mais evolui como pessoa. Uma das melhores pessoas que conheço.

    Nunca tive medo do parto normal. Queria sentir tudo. Tava tudo planejado pro parto domiciliar. Até a piscina na sala tinha também. Mas não evoluiu. Tem nada não. No próximo tento novamente. Rumo ao VBAC.

  • Responder Fernanda 03 maio, 2018 at 15:22

    Esse relato é encorajador.
    Sempre sonhei e ainda sonho com um parto humanizado quando eu engravidar. Mas sim, existe o medo, as crenças ensinadas, os mitos e rótulos.
    Mas com certeza é o que você disse, o nosso corpo está preparado para parir, para expulsar na hora certa.
    Lindo, emocionante, singular…espero que ao chegar a minha vez eu me sinta tão corajosa e orgulhosa quanto você.
    Uma pergunta: alguém da família assistiu o seu parto além do pai do bebê e a equipe?

  • Responder Ana Carolina 03 maio, 2018 at 15:29

    Que relato incrível, sincero e emocionante! Parabéns pela iniciativa e obrigada por compartilhar esse momento tão íntimo!

  • Responder Mariana 03 maio, 2018 at 15:29

    Chorei!!! Simples assim.
    Que emoção!!!!

  • Responder Rebeca Andrade 03 maio, 2018 at 15:33

    Sempre digo que parir é uma das experiências mais incríveis da vida! Fico extremamente feliz e emocionada sempre que vejo um relato onde se consegue parir da forma mais natural e respeitosa que existe. Nos dias de hoje ir contra o sistema de partos em que vivemos é uma batalha. E vencer esse sistema é uma grande vitória. Somos fortes e somos capazes! Parabéns pelo lindo relato e pelos registros incríveis. Eu ainda não consegui escrever o meu. Nao tive o parto que planejei (infelizmente) mas tive o parto que foi possível naquele momento e, ainda assim, consegui parir da forma mais natural possível! É tão bom ver as fotos e o video e reviver aqueles momentos preciosos, não é!? Eu adoro! Você disse tudo quando falou da mente e do papel do pai em proteger mãe e filho! Ahh e a dor? Tb me perguntam o mesmo. A dor é braba mas não tem algo mais mágico do que sentir essa dor que não é de doença, é uma dor que traz a vida de um filho. Que Deus abençoe a família de vcs todos oa dias! E muita, muita saúde pro Otto. Um grande abraço e obrigada por compartilhar essa linda experiência!

  • Responder Caroline Priolo 03 maio, 2018 at 15:49

    Parabéns, realmente muitas de nós não sabemos a força que temos. Que Deus abençoe a família linda de vcs!!!

  • Responder Fabíola 03 maio, 2018 at 15:50

    Li antes mesmo que tu anunciasse no instagram, confesso que fiquei muito emocionada com o teu relato. Tão lindo, realmente transmite um amor tão grande as tuas fotos e palavras… Ainda não sei se algum dia terei filhos, mas se eu tiver gostaria muito que fosse tudo o mais natural possível. Muito obrigada por nos mostrar toda essa experiência, cada diz mais me torno uma pessoa melhor vendo a mulher maravilhosa que tu é. Parabéns por tudo isso, muito amor e felicidade pra vocês sempre.
    Beijos.

  • Responder Lidiane 03 maio, 2018 at 16:08

    Meu Deus, estou profundamente tocada com seu relato!
    Simples e ao mesmo tempo intenso, e de uma delicadeza surreal!!
    Parabéns Mônica!! Que Deus abençoe sempre toda sua família!!

  • Responder Ana 03 maio, 2018 at 16:08

    Monica, nem sou mãe ainda mas estou me preparando, psicologicamente, para este momento.
    Estou realmente emocionada, a forma como descreveu este momento é realmente doce e cheio de amor.
    Parabéns, muita saúde para o Otto.

  • Responder Brisa Ferraz 03 maio, 2018 at 16:14

    Gente do céu, IMPOSSÍVEL NÃO SE EMOCIONAR.
    Principalmente se você estiver com um brotinho em seu ventre.
    Lindo relato! Lindas imagens! E que força, hein?! PARABÉNS!

  • Responder Brisa 03 maio, 2018 at 16:15

    Gente do céu, IMPOSSÍVEL NÃO SE EMOCIONAR.
    Principalmente se você estiver com um brotinho em seu ventre.
    Lindo relato! Lindas imagens! E que força, hein?! PARABÉNS!

  • Responder Karina Cunha 03 maio, 2018 at 16:20

    Meu Deus, impossível não se emocionar principalmente sendo mãe. Que história, Monica! Eu tive meu filho com 21 anos, no auge da minha imaturidade e não pensei em nenhum instante sobre estabelecer essa conexão minha com ele, a situação geral não ajudava muito. Meus cuidados eram apenas pré natal em dia, com as vitaminas e outras indicações médicas, nada mais. Raul veio ao mundo com 37 semanas, por uma cesárea e em nenhum momento senti essa emoção que você e tantas outras mães relatam, infelizmente. Hoje, no auge dos meus 30 anos e acredito com uma certa maturidade não tenho dúvida que levaria uma gravidez muito mais regrada, cuidada, com olhar voltado para a formação desse laço com o bebê, ainda mais após esse seu relato. Quando eu estiver pronta pra dar um(a) irmão(a) ao Raul tenha certeza que me espelharei em mulheres assim como você.
    Que Deus abençoe sua família grandemente. E obrigada por esse post.
    Beijos

  • Responder Mayara carvalho. 03 maio, 2018 at 16:32

    Que coisa linda, faltou fôlego só em ler, senti uma emoção absurda. Obrigada pelo seu relato, isso é um encorajamento absurdo para que possamos ter um parto humanizado e lindo.

  • Responder Imira 03 maio, 2018 at 16:41

    Como é importante que as pessoas que têm grande alcance de público falem sobre / desmistifiquem o parto natural! Um mar de alegria e saúde para a família que nasceu. E obrigada pela generosidade de compartilhar informação e relato. É muito, muito enriquecedor!

  • Responder Suelen 03 maio, 2018 at 16:45

    Lindo e emocionante relato. Muito amor para vocês <3

  • Responder GISELE FELIPE SANTOS 03 maio, 2018 at 16:49

    Que lindo, emocionante!!!

  • Responder Thais 03 maio, 2018 at 16:52

    Dos relatos de parto mais lindos que eu já li… Lindas fotos, linda mensagem, inspirador!
    Parabéns pela sua força e pela família linda que vcs formaram… Deus abençoe vcs!

  • Responder Thabata 03 maio, 2018 at 16:56

    Aquele relato que emociona…que arrepia, que faz o amor poder ser sentido daqui, dali…de todo e qualquer lugar em quem estiver lendo! Que sintonia, que garra… parabéns casal.

  • Responder GISELE COSTA GUEDES CARDOSO 03 maio, 2018 at 17:08

    Parir com certeza é algo transformador, encontramos em nós uma força até então desconhecida, renascemos com essa pequena vida gerada em nós. Lindo relato, emocionante.
    Quando me perguntam se dói sempre respondo que dói muito, mas não é uma dor de sofrimento é uma dor de renascimento.
    Parabéns pelo lindo relato!

  • Responder Talissa Mira Teixeira 03 maio, 2018 at 17:54

    Mônica,

    Primeiramente, parabéns pela mulher que você é e pela família linda que vocês vem construindo.
    Ainda não sou mãe e nem tenho planos de ser num futuro próximo, mas o seu relato já é o segundo que ouço sobre parto humanizado e sobre como o parto pode ser um acontecimento bonito e prazeroso, e não só um momento de dor e exaustão.
    Obrigada por compartilhar da sua intimidade e estimular outras mulheres a se conhecerem, a respeitarem suas vontades e a se amarem mais.

    Com carinho,
    Talissa.

  • Responder Daniela de Andrade 03 maio, 2018 at 18:09

    Olá, que feliz em ler tudo isso!
    Hj meu filho está com 4 anos e se me perguntasse quando ele nasceu se eu teria outro parto normal, a resposta era dada antes da pergunta terminar: NÃO. Foi muito sofrido, ninguém me orientou sobre o mesmo, meu marido não pode estar comigo, a médica foi a pior parte…bruta, grossa…em fim…no final eu não tinha mais forças, as enfermeiras subiram na minha barriga para ajudar, pensei q perderia neu filho…quando ele nasceu eu estava exausta e mal tinha foças para segurá-lo. O pior parte foi eu me senti culpada por toda essa situação. Após algum tempo voltei a ler sobre partos e como realmente deveria ter sido a chegada do meu menino. Hoje após os 4 anos tomei coragem para engravidar novamente, lendo tudo o q vc escreveu me sinto em paz, pois posso acreditar q o nascimento não é uma dor sem fim em todos os sentidos e sim uma dor para algo especial. Obrigada por compartilhar os momentos, lindas fotos…!
    Como seria bom se todas as mulheres pudessem viver a chegada dos filhos assim, um sonho.
    Abçs, toda a felicidade para vcs.

  • Responder Erica Pereira 03 maio, 2018 at 18:27

    Oi Mônica,
    Muito lindo seu parto, me fez refletir o quanto minha mãe é uma mulher forte. Hoje ela tem 85 anos, teve 5 partos normais, e eu que sou filha adotiva. Lendo seu relato pude perceber que minha mãe é muito mais forte do que eu possa imaginar, mesmo hoje com seu corpo debilitado pela avançada idade, sei que essa força existe lá dentro. Sabe Mônica, tenho 30 anos e não penso em me tornar mãe, acho que é a missão mais difícil da vida, acho que não conseguiria tal feito. Obrigada pelo seu relato, me fez refletir e dar ainda mais valor na minha mãe. Um grande abraço, Deus abençoe sua família linda!

  • Responder Jéssica Faria Almeida de Jesus 03 maio, 2018 at 18:35

    ORGULHO e lágrimas nos olhos define. Meu Deus?! Minha admiração só fez aumentar.

  • Responder Olivia Schocair 03 maio, 2018 at 19:14

    Nossa, que relato lindo. Eu estou a caminho de uma gestação, eu e a minha esposa, estamos fazendo Fiv e um dos meus maiores sonhos é viver exatamente o que vcs viveram. Quero me sentir protagonista deste momento junto com meu ou meus bebês e minha esposa, mas infelizmente é tão difícil encontrar algo acessível financeiramente. Tudo acaba por ser tão caro, que acabamos ficamos reféns dos hospitais.
    Queria verdadeiramente poder fazer isso.
    Mas…
    De qualquer forma, Agradeço demais o seu relato lindo, que nos prova que NÓS PODEMOS, e que não precisamos que terceiros ditem as regras do nosso momento.
    Obg demais por este lindo relato isnpirador

  • Responder Patricia Ramos 03 maio, 2018 at 19:43

    Mônica, sou psicologa, doula, consultora de amamentação e sexualidade e estou encantada com seu relato!! É de uma delicadeza forte, informação precisa e necessária e de um amor e força inigualavel!!! Parabéns por compartilhar sua experiencia de forma tão espetacular!!! <3

  • Responder Ana Paula (Maria Baunilha) 03 maio, 2018 at 20:43

    Tão delicada, sensata e ao mesmo tempo tão FORTE! Seu relato é tão intenso! Admirável sempre! 🙂

  • Responder Cintia 03 maio, 2018 at 20:46

    Bati o olho na foto e vídeo no instagram e pensei: meu Deus do céu, que coisa mais linda!
    Assim que pude vim aqui ver. Seu site é o melhor! Em uma internet que só se vê maldade, futilidade, inveja, gente sem noção, ter encontrado uma página verdadeira, que só inspira pro bem, que incentiva as pessoas a darem o seu melhor, a se descobrirem, que é puro amor, é uma baita sorte!
    Mas hoje você emocionou, li e quebrei todos os tabus que tinha sobre o parto humanizado, enxerguei com os olhos do amor, e me senti feliz, por vc ter tido um parto tão especial, feliz pq também posso ter, feliz pq outras mulheres podem estar sentindo o mesmo que eu agora. Vc é uma mulher que inspira, eu realmente estou feliz demais por saber que vc teve um parto tão lindo! E obrigada por compartilhar!
    Muitas mas muitas alegrias pra vcs!

  • Responder Manuella 03 maio, 2018 at 21:13

    Que relato! Que pessoa! Minha admiração por você só aumentou! Obrigada por compartilhar este momento único conosco. O mundo precisa de mais pessoas como você.

  • Responder Cleide Freitas 03 maio, 2018 at 21:30

    Nossa!!! Sempre imaginei que o parto normal fosse lindo, mas depois de ter lindo tudo isso foi além do que imaginei , meu Deus como é perfeito. Parabéns pela força

  • Responder Katia Danielle dos Santos 03 maio, 2018 at 21:39

    Foi difícil ler até o final porque as lágrimas quase não me deixavam enxergar, que lindo, que intenso, que emocionante! Já tenho dois pequenos que vieram ao mundo por parto natural também sinto apenas por não ter feito registros durante o processo de contrações mas com esse relato de parto da até vontade de ter mais um! (Risos) Já te admirava e hoje essa admiração só aumentou, parabéns por ser essa mulher forte e tão inspiradora. Desejo toda felicidade a vocês. Beijos!

  • Responder Katia Danielle dos Santos 03 maio, 2018 at 21:40

    Foi difícil ler até o final porque as lágrimas quase não me deixavam enxergar, que lindo, que intenso, que emocionante! Já tenho dois pequenos que vieram ao mundo por parto natural sinto apenas por não ter feito registros durante o processo de contrações mas com esse relato de parto da até vontade de ter mais um! (Risos) Já te admirava e hoje essa admiração só aumentou, parabéns por ser essa mulher forte e tão inspiradora. Desejo toda felicidade a vocês. Beijos!

  • Responder Carla Nelli 03 maio, 2018 at 22:38

    Foi a coisa mais linda que eu já li!
    Parabéns Mônica, parabéns família! Fica pra mim, um grande exemplo.

  • Responder Aline Isidoro 04 maio, 2018 at 05:55

    Tenho dois filhos. Quando engravidei a primeira vez troquei de obstetra 4 vezes porque queria um parto normal. E acredite! Não consegui. Com 39
    Semanas e 3 dias fui a uma consulta com o quarto médico da maratona e ele me disse que eu não teria condições de ter meu filho normal, porque ele era muito grande e a minha passagem estreita. Moro em uma cidade que não há na rede particular qualquer médico que esteja disposto ou estimule o parto “normal”. Tiraram de mim essa chance. E na segunda gestação o que ouvi de todos: vc já teve cesárea, deve ser cesárea novamente. Não conseguirá!
    Pasmem!
    Essa é a realidade. A minha cidade tem 70 mil habitantes. O pior foi ver no meu prontuário médico que havia chegado ao hospital com dores e não teve passagem. Mentira! Os médicos mentem no prontuário! Marcam dia e hora e mentem!

  • Responder Luana 04 maio, 2018 at 06:22

    Que relato mais incrível! Cada detalhe, foi como presenciar o momento!
    Parabéns! Pela coragem e pelo texto!

  • Responder Laysa Gontijo 04 maio, 2018 at 07:05

    Tive minha filha no dia 17 de setembro de 2017!
    Conheço todas as suas dores, mas como vc mesmo disse, são dores que nos alivia, porque a cada dor mais forte mais perto estaremos do amor da nossa vida!
    Meu parto foi natural, mas em um hospital! Não tomei anestesia nem analgesia! Mas infelizmente tive episiotomia, essa foi a parte ruim, pois os pontos tb foram sem anestesia!
    Mas tudo valeu a pena!
    Ah mais um ponto importante, ter o apoio do pai da criança na hora que decidimos ter o parto natural é fundamental! Meu esposo tb esteve comigo a cada segundo! E o silêncio fez toda a diferença.
    Parabéns por saber explicar em palavras as emoções e dores que sentimos durante o “nosso” momento!
    Saúde para vcs!

  • Responder Katiuscia Lacerda Pinhal Centeno 04 maio, 2018 at 07:29

    Lindo que força e que coragem,maravilhosa as fotos.
    Meu primeiro filho foi parto normal,nasceu de 41 semana,um menino lindo Heitor de Seis anos, agora grávida de 28 semanas a espera do Víctor ,mas não sei se vai ser parto normal, pois estou tendo complicações, mas tudo está nas mãos de Deus.

  • Responder Nathália Teixeira 04 maio, 2018 at 08:17

    Que relato lindo, delicado e real. Foi realmente possível sentir a emoção do momento de vocês. Obrigada pela força e por nos incentivar a acreditar mais em nós mulheres. As fotos ficaram lindas e foi possível perceber que a união e harmonia dos três, foi fundamental. Muita luz de Deus na vida de vocês. ♥

  • Responder Pamela Greco 04 maio, 2018 at 08:37

    Eu me emocionei tanto com esse relato. Ele disse de uma experiência que quero viver, disse da força da mulher que somos, disse do poder da natureza e do equilíbrio. Sinto que poderíamos passar horas falando sobre educação aninhada. Todo amor pra ti e pra tua família.

  • Responder Rita 04 maio, 2018 at 09:25

    Nossa me emocionei… parabéns!!! Tudo o que vc disse me deixou mais animada e feliz para um parto normal, obrigada. Apesar de eu ter uma cesária prévia, ainda confio muito no meu corpo no quando minha filha vai colaborar e em Deus.

  • Responder Taciana Oliveira 04 maio, 2018 at 09:32

    Recebi indicação de seguir seu insta, através de um amigo, por causa dos posts sobre Portugal, que aconteceram justo quando estava lá. Gostei do que vi e decidi continuar seguindo. Pense numa alegria, quando comecei a ver postagens relacionadas ao parto humanizado, uma agradável surpresa! Trabalho na Defensoria Pública da União da PB, e desde ano passado temos trabalhado o polêmico tema Violência Obstétrica. Num intervalo de menos de um ano já houve audiência pública, com a presença da obstetra Melânia Amorim, super defensora do parto humanizado, conseguiu-se montar um Fórum Interinstitucional para tratar de forma permanente o tema, publicou-se um folder explicativo, fez-se capacitação com agentes da atenção básica. Os trabalhos continuam, próximo dia 08 haverá uma reunião aberta do Forúm. Tem-se realizado um trabalho conjunto para disseminar informações e sensibilizar o pessoal da saúde. Infelizmente muitas mulheres se veem vitimas de diferentes tipos de violência, num dos momentos de suas vidas que deveria ser sublime. Ler o seu relato de parto emocionou! Amei ver você falando da Doula, é uma pessoa muito importante durante todo trabalho de parto. Saber que através do seu relato muitas mulheres vão conseguir enxergar que é possível parir sem violência, com amor é gratificante. Não costumo interagir nas redes sociais, mas da mesma forma que você compartilha opiniões, experiências, eu senti vontade de compartilhar com você que toda alegria que sentiu e suporte que teve é o que desejamos para todas as mulheres e trabalhamos por isso, mesmo sendo um trabalho de formiga. Obrigada por tornar público algo tão íntimo, para que outras pessoas vejam que é possível.

  • Responder Danielle Reis 04 maio, 2018 at 10:23

    Nossa, que relato. Suas palavras transbordam amor!!
    Que familia linda e abençoada. Felicidades a vocês 3!

  • Responder Michele Fernanda Saqui 04 maio, 2018 at 10:45

    Mônica adorei o relato. Eu tenho muito medo de um parto natural pois minha mãe relata uma péssima experiência comigo e com minha irmã, então é muito bom saber os dois lados para eu poder decidir o que fazer quando a minha hora chegar.

  • Responder CLAUDIANE GRADIM 04 maio, 2018 at 10:48

    Que momento mágico, simplesmente emocionante…deu pra sentir na leitura o milagre da vida!! foi lindo ♥

    Toda felicidade do mundo pra vcs!! Bjoss

  • Responder Adriana F Tavares 04 maio, 2018 at 10:55

    Monica,
    Que relato lindo, verdadeiro, emocionante e intenso!
    Parabéns! Compartilhar isso ajuda demais e só mostra que é possível (mesmo para quem ache que não é!)
    Chuva de bençãos e saúde para vocês! 🙂

  • Responder Williana 04 maio, 2018 at 11:21

    Querida Monica. Obrigada por compartilhar seu relato desse momento tão especial.
    Sem dúvida alguma, ainda ajudará muitas mulheres com sua experiência.
    Peço permissão para compartilhar
    Que Deus os abençoe sempre.

  • Responder carulina gomes 04 maio, 2018 at 12:09

    Que maravilhoso ver a sintonia de vcs e trazer mais um bailarino a essa roda gigante que é a vida. Sempre amei e admirei o Júnior desde criancinha e amava a dupla.Agora o admiro ainda mais por ter vc ao lado dele. Mulher forte,guerreira e intensa.Parabéns Mônica,vc é magnífica.Que Deus possa iluminar ainda mais essa familia linda e que vcs possam ser muito mais felizes.

  • Responder Suzane 04 maio, 2018 at 13:28

    Que coisa mais linda!!! Que força eu passo a sentir agr. Muito obrigada por compartilhar esse momento maravilhoso da sua vida e me encorajar para essa e tantas outras coisa que eu não me sentia capaz. Muita luz na caminhada da sua família ❤

  • Responder Négima 04 maio, 2018 at 14:13

    Relato lindo! Emocionada com cada palavra lida aqui.. Eu tive parto normal e foi uma das melhores coisas que me aconteceu.. é muito mágico e de fato nos transforma em uma nova pessoa. Desejo muita saúde para seu filho e que Deus abençoe a família de vocês. Super beijo

  • Responder Nathália Daud 04 maio, 2018 at 14:26

    Oi, Monica! Seu relato é lindo, é poético, forte. Não é romancizado, é real. E potente. Como nós. Ele parte da premissa que, pra mim, deveria ser a essência das relações humanas: o respeito. O respeito às escolhas que cada demanda e vivência nos coloca. No seu texto, e pelas fotos, eu vejo uma escolha de amor. E aqui digo amor não só ao Otto e ao Júnior, mas um amor a você mesma. À sua essência feminina. À mulher que você sabe que é. E olha que te falo isso sendo alguém que nunca teve o real desejo de viver a maternidade biológica. Mas reconheço o quão grande são escolhas como a sua. Um grande abraço em você!

  • Responder Rosana Trindade 04 maio, 2018 at 15:28

    Oi Mônica…
    Nesse momento estou em um quartinho escuro, no meu horário de almoço e emocionado com seu relato!
    Tenho 30 anos e meu sonho é ser mãe.
    Suas palavras me encheram o coração de amor e esperança.
    Estou transbordada.
    Que Família abençoada.
    Uma imensidão de amor a vocês.

  • Responder Rachel 04 maio, 2018 at 15:40

    Monica, UAU!
    Eu estou em lagrimas, emocionada, sentindo o meu corpo vibrar com o seu relato, mesmo sem estar gravida. Eu senti a energia do amor muito presente nas palavras, fotos e na conexao que voce estabeleceu comigo, mesmo sem me conhecer. Muito obrigada por nos mostrar que e possivel, que existe e por fortalecer que o nosso corpo e capaz e que a nossa mente pode vir a nosso favor.
    Eu estou sentindo amor nesse momento, e gratidao.
    Um abraco imenso!

  • Responder Ana Paula Medeiros 04 maio, 2018 at 17:07

    É tão lindo que beira à perfeição.
    Certamente me vi em cada palavra sua à respeito da potência do corpo da mulher, Monica Benini.
    Que relato lindo.
    Muito obrigada por compartilhar conosco esse maravilhoso momento de suas vidas.
    Felicidade a todos da família.

  • Responder Mariella Menon 08 maio, 2018 at 11:17

    Oi Mônica, eu estava louca para ler sobre o seu relato!
    Lindo, emocionante e transformador.
    Que benção e que energia positiva, obrigada por compartilhar e detalhar uma história linda de muito amor envolvido!
    Você me faz acreditar que é possível, que nós mulheres somos preparadas para essa dádiva de Deus!
    Um beijo carinhoso Mariella Menon!

  • Responder Heloisa Naschenweng 09 maio, 2018 at 22:20

    Acredito que muita gente que aqui passou veio por conta do pai do Otto. A dedicação que seu marido teve desde a infância a proporcionar felicidade a tantos fãs agora volta para ele na forma desta mulher maravilhosa que você se mostra ser. Dá um orgulho sabia… dele ter tido tanta sorte nesse encontro contigo. Eu não posso dizer que amo o Junior Lima, pois na verdade não o conheço como pessoa, conheço o artista, e sim posso dizer amo tudo que ele e a irmã me proporcionaram.
    O fã ama o que o ídolo lhe proporciona e não a pessoa em si, mas este amor se multiplica a quem vemos que faz da vida do nosso ídolo algo especial. Por isso Monica Benini, quase posso dizer que também já amo o que você me proporciona. Este relato, este permitir que adentremos no vosso mundo, e que nos permite questionar o nosso próprio mundo, olha mulher, é algo raro! E mágico! Existe verdade, entrega e muita simplicidade em cada palavra sua.
    Tá lindo isso, muito lindo e emocionante, obrigada, por nos direcionar estas linhas tão bem escritas, que você possa continuar inspirando e proporcioonando tantos sentimentos bons a quem se conecta com a sua atmosfera!
    Minha reverência! E digo, olha você não merece só palmas… merece é o Tocantins inteiro, hehe! ^^

  • Responder Maíra Corrêa 11 maio, 2018 at 20:49

    Oi Monica! Adorei o relato, obrigada por compartilhar algo tão íntimo (e intenso) com a gente! Pode ser toda a dor do mundo, mas não tem preço que pague poder se conectar tão profundamente com seu corpo, seu feminino, e ainda mais com seu bebê. Não tenho filhos, mas já me preparo (de braços abertos) para passar por isso um dia!!

    Eu tenho uma pergunta, e desculpa se alguém já mencionou isso. Infelizmente o Brasil é um país que executa muitas cesáreas por conta dos próprios médicos que insistem nisso, e mais infelizmente ainda acaba sendo a única opção para mulheres que não tem acesso à saúde particular, ou até acesso a mais informações. Eu mesma tenho que pesquisar mais, mas durante todo seu processo de pesquisa e preparo você se deparou com mais informações e recursos quanto a alternativas que todas as mulheres, não importa onde vivem, poder aquisitivo, etc possam usar para se armar e protejer o parto DELAS? Imagino que só tendo mais informação à disposição pode ajudar muitas mulheres a se sentirem menos sozinhas e assustadas nesse momento tão importante, mesmo que no fim a única opção seja cesárea.

    Obrigada!!

  • Responder Leda 13 maio, 2018 at 21:07

    Que lindo! Emocionante!

  • Responder Lídia Paiva 13 maio, 2018 at 23:06

    Parabéns guerreira por sua força de trazer o Otto ao mundo da forma natural. Que Jeová Deus abençoe vcs sempre.

  • Responder FRanciele 23 maio, 2018 at 22:10

    A medida que fui lendo o relato, parecia estar nas cenas. Que incrível! Quanto amor!!!!!!!

  • Responder Celma 24 maio, 2018 at 19:17

    Meu Deus!! Foi possível sentir a energia so lendo, imagino o quanto foi lindo esse momento mesmo em meio a dor e cansaço. Sou muito medrosa, mas lendo esse relato senti que tenho muita força tbm. Afinal, Deus nos deu essa missão de gerar um vida. Obrigada por dividir esse momento íntimo com tanta gente. Deus abençoe infinitamente.

  • Responder Regiane 23 jun, 2018 at 21:14

    Lindo e inspirador seu relato de parto e informações importantes no final!
    Mesma doula e obstetra do meu primeiro parto, humanizado na água mas no hospital.
    Parabéns!!

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