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São Paulo

Exposição

Mondrian e o movimento De Stijl no CCBB

Tá rolando no CCBB aqui em São Paulo a exposição “Mondrian e o Movimento De Stijl”, e eu quero muito indicar ela pra vocês! A exposição vai até dia 4 de abril e vale muito à pena ir e conhecer mais sobre este movimento artístico tão significativo. Mondrian foi um artista que marcou sua época e o movimento De Stijl, que surgiu a partir de uma revista com o mesmo nome, encabeçada pelo artista, que revolucionou a arte, o significado e a relação entre os diversos tipos de linguagens artísticas.

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Piet Mondrian nasceu  em 1872 e são os trabalhos feitos até 1908 que constituem maior parte de sua obra. Inicialmente foi fortemente influenciado por Van Gogh, Seurat e Cézanne que eram artistas pós-impressionistas e também pelo cubista Pablo Picasso nas obras entre 1908 e 1911. Enquanto esteve em Paris, entre 1912 e 1914, se aprofundou no cubismo evoluindo sua arte até a abstração completa em 1917. A partir daí, suas obras tinham ênfase em linhas verticais, horizontais e planos coloridos. Mondrian fundamentou sua arte  na teosofia, movimento que defendia o desenvolvimento da mente e rejeitava o materialismo. Ele queria fazer uma arte universal, recusava-se a fazer uma arte que era simplesmente uma representação do real. ccbb 02

Foi em 1917 que a De Stijl foi fundada, à princípio como revista, mas posteriormente foi considerada um movimento da história da arte e é um termo utilizado até hoje. O movimento impactou designers, arquitetos, artistas e tornou-se uma rede artística que quebrou o individualismo da época. Rapidamente a revista ganhou notoriedade internacional, já que a intenção era reunir mensalmente tudo de mais moderno em termos de arte, arquitetura, ofícios, música e literatura. Mondrian foi o principal responsável por transformar a revista em movimento artístico com suas artes abstratas com elementos lineares combinadas à cores primárias (como amarelo, vermelho e azul) e neutras (como preto, cinza e branco).

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As obras da exposição não se limitam ao Mondrian, outros artista do movimento De Stijl também estão presentes como Gerrit Rietveld (a cadeira da direita ali em cima é dele). São mais de 70 itens em exposição. Tentem ir, é demais!

  • Onde? CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
  • Até quando? 04 de abril
  • Que horas? Das 9h às 21h
  • Quanto? Entrada franca, mas é preciso agendar na bilheteria ou no site do CCBB.
Beleza

A beleza e o natural

Tratar da pele e cabelo de uma pessoa vai muito além de um simples trabalho que flerta com a vaidade, pois existe o cuidado com saúde e respeito pelo estilo de vida de cada cliente, e foi assim que começou essa parceria entre eu, Edy Guimarães, e Monica Benini.

Ela, de forma bem característica, já me mostrou de cara o desafio de seguir tratamentos de visagismo por uma linha natural e sem testes em animais, pois é vegetariana e prima por produtos que sigam essa filosofia.

Na minha primeira avaliação percebi o impacto da poluição em sua pele, o que é comum aos que vivem em grandes cidades como São Paulo, mas sem maiores problemas. Então a linha escolhida para manter sua rotina é focada no longo prazo, no terapêutico.

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Talvez tenha sido dessa preocupação da Monica em manter sua saúde e beleza em um mundo igualmente belo e intocável que veio a ideia da minha coluna aqui no blog, então resolvemos unir nossos dois mundos em textos que falam de tratamento e meios naturais para chegar até um bom resultado: seja para pele, seja para o cabelo.

E nesse primeiro momento gostaria de falar sobre os avanços da tricologia, ou seja, o estudo dos cabelos que engloba couro cabeludo, tratamentos, eletroterapia e cosmetologia capilar.

“Tricologia = do grego tgricos (cabelos) + logos (estudo)”

Os humanos apresentam entre 90 – 150 mil fios de cabelo no couro cabeludo, com crescimento médio de um centímetro por mês e perda normal entre 50 – 100 fios diários, mas pouco focamos na saúde dessa base para fios bonitos – o couro – e ficamos mais atentas ao comprimento e pontas.

Todo o tratamento é baseado em fundamentos de tricologia e diagnóstico individual, portanto a escolha das tecnologias e dos ativos tópicos e/ou orais acompanham o diagnóstico de cada cliente. No caso da Monica o diagnóstico e queixa foi da raiz mais oleosa e perda de volume natural, o famoso aspecto “pesado”. Além disso a comum queixa das pontas duplas. Seu cabelo não tem química, sua cor natural é preservada.

Analisei o couro cabeludo com um equipamento de diagnóstico (videodermatoscópio),que aumenta 500x os fios, para uma avaliação precisa (exame físico do couro cabeludo), que me mostrou um couro cabeludo integro, sem caspas ou foliculite. Seus fios brilhantes e sem grandes problemas estruturais.

Pós todos os procedimentos iniciais, propus iniciar com um tratamento de enxofre orgânico. O enxofre(MSM) é reconhecido como o mineral da beleza , pois dá brilho, fortalece, melhora a elasticidade, engrossa os fios e melhora a raiz oleosa como um passe de mágica.

Intercalei essa matéria-prima com a Linha DAVINES, uma empresa internacional de cuidados para o cabelo e distribuída em mais de 80 países. O essencial nesse caso: guiada pelo principio da beleza sustentável.

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“O lema da empresa: Criando beleza sustentável encorajamos as pessoas a cuidarem delas, do meio ambiente em que vivem e trabalham e das coisas que amam.”

No próximo post vou falar sobre como está sendo realizado esse tratamento.  Até breve!

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Esteticista há mais de 30 anos, formou-se em Estética Facial com o Dr. Ng Payot e Corporal pelo Senac-SP, Cosmetóloga pela Faculdade Anhembi-Morumbi (SP) e Especialista em Estética Ortomolecular com Heloisa Bernardes e pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso.

Escultura

O hiper-realismo surreal de Patricia Piccinini

Essa semana fui ao CCBB visitar a mostra ComCiência da australiana Patricia Piccinini. Eu fui achando que gostaria da exposição, mas não imaginava que sairia de lá completamente apaixonada pelo trabalho dessa artista incrível! É o realismo mais surreal que eu já vi na vida. A técnica realista dá uma forma assustadoramente convincente a seres desconhecidos, alguns chegam a causar certo desconforto, uma espécie de aflição. Fiz algumas fotos pra dividir com vocês.

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As criaturas que tomaram forma a partir do imaginário de Piccinin são consideradas filhas da criadora. Ela diz poder explicar com exatidão a origem de cada uma das criaturas. Ela sempre se interessou por genética e tecnologia, especialmente depois de acompanhar a luta de sua mãe contra um câncer. O hiper-realismo e o surrealismo se misturam de uma forma muito consistente. Na obra abaixo, por exemplo, a criatura não identificada interage com uma criança que tem as feições iguais às de sua filha.

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Obra intitulada Th Welcome Guest (o visitante bem-vindo)

Obra intitulada Th Welcome Guest (o visitante bem-vindo)

Ela e o Ron Mueck, amplamente conhecido por suas obras gigantes e super realistas, usam a mesma técnica de criação, mas com interesses e estilos bem diferentes. Eu recomendo que todo mundo tente ir dar uma olhadinha em ComCiência, a mostra que ela trouxe pro Brasil causa um misto de sensações que só indo pra saber do que eu estou falando. A repulsa se mistura com o fascínio… As criaturas quase dão medo, mas estão quase sempre em situações tão fraternas que é possível até achar fofo. É uma experiência!

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Suas obras são, além de arte pura, críticas sociais. A mutação genética nas pessoas e nos alimentos que consumimos, o avanço da tecnologia. Através do seu trabalho, ela questiona até onde podemos nos meter na natureza das coisas, até onde sabemos o que estamos fazendo e será que estamos preparados para mudanças que não prevíamos?

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  • Onde? Centro Cultural Banco do Brasil, R. Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo
  • Quando? De 12/10/2015 a 04/01/2016
  • Que horas? Das 9h às 21h
  • Quanto? De graça.

Não deixem de ir, é encantador! Apesar de estranheza, sente-se AMOR em toda a sua obra.

Arte de rua

Colorindo o cinza com Jan Vormann

Jan Vormann é um artista alemão cheio de projetos e com um currículo extenso de exposições ao redor do mundo, mas existe um projeto em particular que me chama muito a atenção. Ele é chamado de “Dispatchwork”, Vormann viaja o mundo inteiro à procura de buracos nas paredes e os preenche com lego! O efeito fica muito legal, cidades de Taiwan, Chile, EUA, Holanda, França, entre muitos outros países já tiveram a marca do alemão que brinca de colorir espaços cinzas. Em São Paulo, com a ajuda de alguns voluntários, sua arte também está presente.

Clube Escola Tatuapé, São Paulo.

Clube Escola Tatuapé, São Paulo.

Parque da Juventude, São Paulo.

Parque da Juventude, São Paulo.

Tel Aviv, Israel.

Tel Aviv, Israel.

Barcelona, Espanha.

Barcelona, Espanha.

Taipei, Taiwan.

Taipei, Taiwan.

Paris, França.

Paris, França.

Bocchignano, Itália

Bocchignano, Itália

Bamberg, Alemanha

Bamberg, Alemanha

Mais sobre a arte de Jan Vormann aqui e mais fotos do Dispatchwork aqui. Acho que agora vou começar a reparar em cada buraquinho na rua! O mais legal é que ele deixou esse projeto aberto a voluntários, qualquer pessoa ao redor do mundo pode participar, replicar a arte dele e mandar para seus contatos que ele adiciona no mapa do site que marquei ali em cima.

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Pintura

As facetas de Biel Carpenter

Biel Carpenter é mais um paulista que admiro como artista. Mora em Curitiba e é formado em gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Pesquisar sobre a formação de artistas que gosto é muito interessante, descubro formações superiores nada usuais e vejo como quem tem talento para uma arte, dificilmente se limita, hoje até tatuador ele é… Biel é extremamente sensível, suas telas têm um ar de tristeza absolutamente lindo e frequentemente retratam mulheres. Na minha leitura, o resultado é quase sempre um momento de introspecção. Biel conta que a arte é presente na sua vida desde criança. Ele gostava do processo de criar, depois de prontas, queimava suas obras…que desperdício!

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Antes de se encontrar e se formar em gravura, Biel largou duas faculdades de design gráfico e chegou a trabalhar em uma corretora de seguros, hoje trabalha exclusivamente para suas diversas manifestações de arte. No final dos anos 90, fazia muito pôster para bandas lado B, sempre acreditou que a música só se faz completa com uma arte visual associada, como o que Andy Warhol experimentou com Velvet Underground. Se Biel fosse Andy, Velvet Underground seria Marcelo Camelo.

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Pôster turnê “Toque Dela”

Pôster turnê "Banda do Mar", banda de Marcelo Camelo

Pôster turnê “Banda do Mar”, banda de Marcelo Camelo

A gravura é uma técnica do século XV extremamente artesanal. Biel utilizou nas imagens abaixo a técnica ponta-seca de gravura, as diferenças de tons são obtidas no controle da pressão da ponta na placa de metal. É um processo fascinante que me encanto muito fácil porque me identifico, é um trabalho relativamente próximo ao da ourivesaria que uso pra produzir algumas das minhas peças de jóias.

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Carpenter ilustrou o livro “Uma princesa nada boba” do autor Luiz Antônio em 2011 e ano passado lançou o “Felicidade Inóspita” que reune 20 obras dele entre gravuras, bordados, aquarelas e tem textos de Marcelo Camelo, que depois das capas que Biel assinou, tornou-se um amigo.  A música não fica só em capas e pôsteres, ele ainda é o responsável pelo contrabaixo, acordeom e xilofone na banda Eletroveracruz. Não é impressionante que pessoas com arte na alma nunca ficam limitadas a uma só manifestação?

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Livro Felicidade Inóspita

Uma princesa nada boba

Uma princesa nada boba

Banda Eletroveracruz

Banda Eletroveracruz

Tem mais? Tem! Recentemente Biel Carpenter começou a tatuar alguns de seus desenhos, com uma pegada meio “old school” e sempre em preto. E olhando seu perfil no Instagram, é fácil de constatar que a fotografia é mais um de seus talentos naturais.

Suas tatuagens no papel e na pele.

Suas tatuagens no papel e na pele.

O nascimento de duas de suas muitas telas.

O nascimento de duas de suas muitas telas.

As imagens falam por si só sobre artista orgânico e cheio de verdade. Ele já participou de muitas exposições coletivas, até em NY. Gosto de arte assim, arte que faz a gente sentir coisas! Tem mais dele no site e no Instagram que marquei ali em cima.

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Dicas, Exposição, Pintura

Exposição Joan Miró

Final de semana chegando, momento certo pra dica cultural, né? Há umas semanas visitei a exposição de Joan Miró no Instituto Tomie Ohtake aqui em São Paulo e super indico! Miró foi um escultor, pintor e ceramista surrealista, nascido em Barcelona, morreu antes mesmo que eu nascesse e coincidentemente, faleceu em Mallorca, acreditam? Essa semana o blog está muito espanhol!

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Considerado um dos maiores artistas do século XX, logo no começo de sua carreira, conheceu André Breton, fundador do movimento surrealista e isso ditou muito do que se veria em suas obras posteriormente, hoje é considerado umas das principais referências deste movimento. Miró teve suas obras expostas nos principais museus do mundo e teve seu trabalho premiado diversas vezes. A exposição conta com mais 100 obras de Miró entre pinturas, esculturas, gravuras, desenhos e objetos. Um privilégio ver peças tão importantes assim de perto.

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Onde? Instituo Tomie Ohtake (Av. Faria Lima, 201 – Pinheiros – São Paulo – SP)

Até quando? 16 de agosto de 2015.

Horário de visitação? De terça a domingo, das 11h às 20h.

Quanto custa a entrada? Na-da. Entrada gratuita.

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Se forem, me contem aqui como foi! E se ainda não tiverem curtido a página no Facebook, corre lá!

Fotografia, M. B.

Eu, ele e a fotografia

A flecha do nosso cupido foi certeira como um click perfeito no único milésimo de segundo em que uma cena imperdível acontecia.  Fomos atingidos numa época em que eu estava morando na Europa e, por influência inconsciente do meu pai que na minha memória sempre aparece com uma câmera embaixo do braço registrando tudo, eu estava com a minha máquina fotográfica congelando meus frames preferidos do norte do mundo. Nessa altura eu já estava munida com uma câmera profissional, mas lembro de ainda na infância ter máquinas analógicas que foram aos poucos evoluindo para digitais mais simples e, conforme fui alcançando minha independência financeira, fui também evoluindo meu equipamento e agregando lentes e acessórios, fotografar é uma diversão e uma terapia pra mim.

Bom, eu  não só registrava a Europa, mas também compartilhava no Facebook, era uma maneira de mostrar à minha família e aos meus amigos o que de mais belo cruzava meu caminho. Um dia, o Ju que já era meu amigo no Facebook desde 2009 porque tínhamos muitos amigos em comum, me chamou pra perguntar se as fotos eram minhas mesmo, no fundo ele pensava que eu roubava as fotos da internet! Eram minhas, são minhas. Eu já tinha visto que ele postava algumas fotos incríveis também, gostava das imagens que ele compartilhava, mas guardei isso pra mim. Depois do primeiro passo dele através do cupido fotográfico, a conversa foi evoluindo pra outras artes e descobrimos muitas intersecções musicais também. Bom, em pouco tempo nos rendemos e hoje ele é meu marido.

Em nossas viagens, a fotografia sempre foi o terceiro elemento. Ele com a câmera dele, eu com a minha. Sempre trocamos muitas figurinhas, ele me ensina uns truques, eu opino sobre ângulos e assim a gente vai evoluindo junto. É um momento de cumplicidade quando e a gente brinca de fotografar os mesmos elementos de formas diferentes, a gente sempre brinca que gostamos de dar ângulos para as nossas viagens. Por muitas vezes ele me fotografou e esse material serviu, inclusive, de atualização do meu portfólio como modelo.

Arquivo pessoal.

Arquivo pessoal.

Há um tempo fizemos uma viagem para Los Angeles e, acompanhados de dois amigos brasileiros que também estavam lá e mais tarde tornariam-se nossos padrinhos de casamento, fizemos uma viagem de carro para Utah e assisti a inspiração do Ju atingir o Nirvana, fotografamos como se não houvesse amanhã em muitas das imagens que hoje estão presentes na Exposição Faces, vieram desta viagem que tenho muito orgulho e me sinto privilegiada em ter visto muitas serem tiradas. Foi uma viagem inesquecível, ficamos hospedados dentro do canyon, fizemos muitas trilhas e caminhadas, madrugamos para assistir o nascer do Sol e vivemos dias incríveis nos sentindo pequenos em meio a uma natureza tão gigantesca.

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Até me emociona ter uma pessoa tão artisticamente desenvolvida ao meu lado, são tantas as facetas que eu não canso de me surpreender, sou fã de todas elas, ele me inspira todos os dias e me faz transbordar orgulho! No que depender de mim, o mundo inteiro vai ouvir falar o nome dele, espero ter sempre a oportunidade de incentivá-lo e de assistir a evolução desse artista de alma que, com certeza, não teve o caminho cruzado com o meu em vão. Muito amor! Aproveito pra convidar vocês para visitar a primeira exposição dele que está incrível, fico muito feliz que ele tenha tomado a decisão de dividir esse talento com as pessoas. E pra enriquecer ainda mais a exposição, algumas imagens contam com intervenções do também super talentoso artista plástico André Gonzaga Dalata.

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Tela da Exposição Faces. Eu no centro, foto do Ju e intervenção do Dalata.

Tela da Exposição Faces. Eu no centro, foto do Ju e intervenção do Dalata.

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